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INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE SEGURANÇA

Pelo Prof. Bertholdo Klinger Machado

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Capítulo 1

 

HISTÓRICO

            No momento em que o trabalho deixou de ser individual ou restrito a pequenos grupos, deixou de ser artesanal e passou a ser desenvolvido por contingentes cada vez maiores de trabalhadores assalariados, começaram a aparecer os problemas que hoje identificamos como sendo de SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO.

            Com o advento da revolução industrial na Inglaterra, na segunda metade do século XVIII, surgiram novas formas de trabalho que expunham o trabalhador a uma série de situações perigosas e inseguras. Além deste aspecto, existia também, o fato da mão de obra ser constituída, principalmente, de crianças e adolescentes egressos de orfanatos. Portanto, era uma mão-de-obra barata, formada de pessoas abandonadas pela sociedade, e que os empresários não tinham interesse em proteger.

            As péssimas condições físicas destes trabalhadores, decorrentes da má alimentação, e a falta de higiene existente nos barracões onde viviam, provocou uma epidemia que se alastrou por diversas indústrias do pais.

            Este fato abalou tão profundamente a opinião pública que o parlamento inglês viu-se obrigado a promulgar uma lei que regulamentasse a utilização dessa mão-de-obra. Assim, em 1802 surge na Inglaterra a primeira lei cujo objetivo foi à segurança do homem no trabalho.

            No Brasil, a preocupação com a segurança no trabalho começa a surgir em 1919, quando Rui Barbosa, em sua campanha eleitoral, preconiza leis em função do bem estar social e segurança do trabalhador.

            Essa preocupação se torna maior quando em 1943 acontece a publicação do Decreto Lei nº 5452, que aprovou a Consolidação das Leis do Trabalho, cujo capítulo V, refere-se à Segurança e Medicina do Trabalho.

            Em 22 de dezembro de 1977 a lei 6.514 altera o capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho sendo posteriormente regulamentada pelas normas regulamentadoras da portaria nº 3.214 de 8 de junho de 1978.

            COR E SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

            A utilização de cores não dispensa o uso de outras formas de prevenção de acidentes, e a sua utilização deve ser a mais possível, para não ocasionar distração, confusão e fadiga ao trabalhador.

            Os objetivos são identificar equipamentos de segurança, delimitar áreas, identificar canalizações de líquidos a gases, advertir para riscos.

            Os acidentes são ocorrências não desejada que modifica ou interrompe o andamento normal de qualquer atividade.

            A interrupção no fornecimento de energia elétrica, um tropeção ou escorregão que se sofra na rua e/ ou trabalho, podem ser qualificados como acidentes.

            O acidente pode ocorrer em qualquer lugar, em casa, na rua, na prática de esportes, numa viagem e principalmente, no trabalho ou em função deste.

No conceito legal, o acidente é caracterizado pela lesão.

No prevencionista, o acidente é caracterizado pela perda de tempo, danos materiais ou lesão.

Quando ocorre um acidente no trabalho ou mesmo fora dele, a maioria das pessoas normalmente só percebe ou se lembra de verificar aquilo que está presente; palpável. Mas as conseqüências que surgem em razão dos acidentes são muito graves e em número bem maior do que nos parecem à primeira vista, pois em decorrência de acidentes criam-se os seguintes problemas: Pessoal, material, temporal, financeiro, psicológico, moral e social.

Lesão

Entre as conseqüências do acidente, a lesão (ferimento) é a que mais interessa, sem com isso desprezar as outras conseqüências, pois todas são prejudiciais.

Natureza da lesão são as escoriações, incisão, perfuração, dilaceração, contusão, fratura, lesão nos olhos, entorse ou distensão, luxação, queimadura e amputação.

Gravidade da lesão é difícil de ser determinada, pois uma simples escoriação pode agravar-se a ponto do acidentado vir a falecer devido ao seu agravamento.

Conseqüência da lesão depende diretamente dos fatores apontados no item anterior (gravidade da lesão), mas pode-se considerar que uma lesão acarreta em no mínimo: dor, perda de tempo, morte, aleijão, aborrecimentos, gastos não previstos, dificuldades para execução.

A investigação de acidentes é de uma importância tal que sua integridade, como meio de se evitar acidente, deve ser preservada. As investigações devem procurar fatos, não culpas. Do contrário poderão ser mais prejudiciais do que benéficas. Se o trabalhador imaginar que a investigação tem o propósito de apontar culpados, informações vitais podem ser ocultadas ou distorcidas. Até mesmo quando, em informações vitais podem ser ocultadas ou distorcidas. Até mesmo quando, em investigação de acidente se fala em “responsabilidade”, deverá ter-se cuidado, pois não falta quem confunda “responsabilidade” com “culpabilidade”. Registre-se, porém, que extrapolando o âmbito da empresa (processo administrativo) pode-se chegar a processo civil ou/e criminal, nos quais a culpabilidade é procurada.

A investigação deve ser objetiva e livre de qualquer motivação punidora, pois seu propósito deverá ser o de descobrir quais os procedimentos que deveriam ter sido melhores, e que de maneira, afim de que passam ser aperfeiçoados e não contribuam de novo para um acidente.

Através do registro, compilação e estatísticas das circunstâncias e das causas de acidentes é possível determinar quais os indivíduos, ocupações, órgãos, equipamentos, máquinas e ferramentas e locais mais freqüentemente envolvidos em acidentes, o que permite uma ação direta e positiva para evitar a sua repetição. A concentração de esforços sobre o controle das causas identificadas poderá trazer resultados imediatos.

São riscos inerentes ao trabalho:

Corrente elétrica - é um risco inerente ao trabalho do eletricista.

Ácidos – Elementos químicos corrosivos tornam-se riscos inerentes a quem os manipule.

Gases e vapores Orgânicos – Também são riscos inerentes de certos trabalhos, os gases tóxicos e vapores orgânicos emanados de alguns processos industriais.

Calor – A radiação de calor, onde é exigido seu emprego (soldas, fornos, etc.) torna-se um risco inerente ao trabalhador.

Ruído e vibração – Como fator de poluição é um dos elementos de maior freqüência no meio industrial.

O ruído é uma mistura de vibrações sonoras com umas freqüências e pressões desordenadas;

Freqüência: As freqüências audíveis encontram-se entre 16 e 20000 Hertz, chamada de faixa de áudio-frequência.

As vibrações com menos de 16 Hz são chamadas de infra-sons e com mais de 20000 são chamadas de ultra-sons, ambas inaudíveis para praticamente todas as pessoas.

Pressão sonora: é uma variação dinâmica na pressão atmosférica que pode ser detectada pelo ouvido humano.

As vibrações sonoras são detectadas são detectáveis com pressões de 2 x 10 -5 N/m2 (pressão mínima audível) desde que a freqüência de vibração esteja na faixa de áudio freqüência.

O aparelho para medir nível de ruído é conhecido na prática por decibelímetro, o nome correto seria Medidor de Nível de pressão Sonora.

A legislação estabelece o ruído máximo permissível nos locais de trabalho (limite de tolerância), pelo tempo de exposição.

Os métodos de prevenção podem ser ambiental ou no indivíduo (pessoal)

- Ambiental: na fonte e na trajetória. A técnica de aplicação dos métodos é um problema da engenharia mecânica, de segurança ou simplesmente do mecânico de manutenção.

- Na fonte de origem: quando a própria máquina é a fonte sonora. Geralmente ao ruído das máquinas e motores se associam o barulho provocado pelo exercício de algumas profissões ou operações.

- Na trajetória: existem vários processos, que genericamente consistem em interceptar o som entre a fonte e o indivíduo.Ex: enclausurar a fonte, colocação de barreiras, etc.

- No pessoal: preliminarmente, deve-se atuar na fonte, quando não for possível, tenta-se atuar na fonte, quando não for possível, tenta-se na trajetória, e só em última instância, no indivíduo.

No controle no pessoal é feito diminuindo o tempo de exposição, ou utilizando protetores auriculares, além do controle médico no exame admissional e periódico- audiometria.

TEMPERATURAS EXTREMAS

Várias são as atividades profissionais que, em função de sua natureza e da geografia e clima em que são realizadas, oferecem aos trabalhadores condições ambientais de temperatura hostis ao seu organismo, isto é, submetem o homem a calor e frio intensos. Por este motivo, diversos procedimentos são adotados no sentido de oferecer ao trabalhador ambientes com um mínimo de conforto térmico, por meio de técnicas de controle ambiental e pessoal.

Os efeitos do calor sobre o organismo são a desidratação, cãibras do calor, catarata térmica, intermação e insolação, prostação térmica.

O limite de tolerância para exposições ao calor é determinado de dois modos: regime de trabalho com descanso no próprio local de trabalho, regime de trabalho com descanso em outro local. Em ambos, a quantificação do calor pelo IBUTG leva em conta a presença ou não de carga solar no momento da medição, sendo calculada como ambientes internos ou externos sem carga solar IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg e ambientes externos com carga solar IBUTG = 0,7 tbn + 0,2 + 0,1 tbs. Onde: tbn = temperatura de bulbo úmido natural

Tg = temperatura de globo

Tbs = temperatura de bulbo seco

Medidas de controle

Assim como outros agentes físicos, o calor pode ser controlado no ambiente e no local de trabalho. Do mesmo modo que naqueles, deve-se dar prioridade ao controle ambiental.

Deve-se atuar sobre os fatores que influem nas trocas térmicas:

Insuflação de ar fresco no local de trabalho, maior circulação de ar no local de trabalho, exaustão dos vapores de água, barreiras refletoras e absorventes. Além de medidas de controle pessoal: Exames médicos periódicos, aclimatização, limitação do tempo de exposição.

PRESSÕES ANORMAIS

São chamados de pressões anormais aqueles ambientes com pressão acima ou abaixo de normal. Entende-se por pressão normal a pressão atmosférica a que normalmente estão expostos os trabalhadores fora do ambiente de trabalho.

Quando as pressões são acima da pressão atmosférica normal, são chamadas de altas pressões. Quando abaixo, são chamadas de baixas pressões.

Danos que a compressão pode causar ao organismo: Ruptura do tímpano, irritação nos pulmões, efeitos narcóticos.

Danos que a descompressão pode causar ao organismo: O principal deles é a doença descompressiva, que afeta os mergulhadores que fazem descompressão abrupta.

Males do mergulhadores: barotrauma, embolia pelo ar, intoxicação pelo CO2, exaustão do mergulhador, embriaguês das profundidades.

Medidas de controle: Relativas ao meio: Os equipamentos utilizados devem estar em perfeitas condições. Em locais onde o trabalhador fique exposto a pressões elevadas, além do equipamento convencional de primeiros socorros, deve haver, também, um equipamento de emergência específico; câmara de descompressão e máscara de oxigênio.

Para atenuar-se à gravidade desses riscos, tornam-se necessários os equipamentos individuais de proteção ou de preferência, sistemas coletivos de exaustão, isolamento, etc.

A definição para equipamentos de proteção individual (EPI) é todo dispositivo de uso pessoal, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador durante o exercício de suas atividades. Deve-se especificar um EPI sempre que as medidas de proteção coletivas forem tecnicamente inviáveis ou que não ofereçam completa proteção ao empregado quer no aspecto de acidentes e/ou doenças profissionais ou do trabalho. Enquanto as medidas de proteção estiverem sendo desenvolvidas. As partes do corpo a proteger e os tipos de EPI’s usados:

Proteção para a cabeça: Protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra partículas, respingos, vapores químicos e radiações luminosas; óculos de segurança; máscara para soldadores; capacete de segurança.

Proteção para membros superiores: Luvas e/ou mangas de proteção para: Produtos abrasivos; choque térmico; produtos químicos; frio; agentes biológicos; materiais ou objetos aquecidos.

Proteção para os membros inferiores: Calçados contra riscos de origem: Mecânica; térmica; elétrica.

Proteção contra quedas: Cinto de segurança, cadeira suspensa.

Proteção auditiva: Protetores auriculares.

Evitar criação de condições inseguras.

A prevenção de acidentes deve iniciar desde a elaboração de um projeto no que diz respeito a:

Material utilizado, especificação, localização (na área e no pátio), espaço necessário, etc.

As instalações devem ser feitas obedecendo ao projeto ou corrigir, nessa ocasião, o que surgir de perigoso.

            Para que os equipamentos, máquinas, etc. com os quais trabalhamos, estejam sempre em condições de uso, são necessários setores que cuidam especialmente dos reparos e da fabricação de acessórios especiais.

Nesses setores devem existir: Pessoal especializado, número suficiente de profissionais, equipamento adequado e suficiente.

O hábito de zelar pelos materiais, ajuda muito na sua conservação. Esse zelo é uma obrigação moral de cada trabalhador.

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

Fogo ou combustão é o resultado de uma reação química caracterizada pelo desprendimento de luz e calor, e para que haja esta combustão é necessário a presença, nas devidas proporções, entre o combustível, comburente e fonte de calor.

Estes três elementos são simbolicamente representados por um triângulo eqüilátero, denominado TRIÂNGULO DO FOGO.

                                                         FONTE DE CALOR

 

 

                       COMBURENTE                      COMBUSTÍVEL

        

 

A reação química se processa da seguinte maneira:

1)                          O comburente (oxigênio) se combina com o combustível através de uma fonte de calor.

2)                          À medida que a reação se processa, vai produzindo calor.

3)                          O calor propícia o prosseguimento da reação (queima), isto é uma reação química em cadeia, chamada de combustão:

Os incêndios são classificados em 4 classes principais:

CLASSE A: São aqueles que ocorrem com materiais que queimam na superfície e internamente deixando como resíduos, cinzas, brasas. Ex: algodão, papel, tecido.

CLASSE B: São aqueles que ocorrem com líquidos e gases inflamáveis, queimam somente na superfície e não deixam resíduos. Ex: óleo, gasolina, álcool, vernizes, tintas.

CLASSE C: São os que ocorrem em equipamentos elétricos energizados. Ex: transformadores, quadros de distribuição, fios.

CLASSE D: São os que ocorrem com os metais pirófonos como: magnésio, potássio, alumínio, zircônio, titânio.

            Para extinguirmos um incêndio, bastaria eliminar um dos lados do triângulo do fogo.

            Isolamento: Retirada do combustível. Consiste em retirar ou isolar o combustível ainda não atingido pelo incêndio.

            Resfriamento: Retirada da fonte de calor. Consiste em diminuir o calor do material incendiado, até uma temperatura em que ele não se queime e não emita mais vapores; que em contato com o oxigênio produza a combustão. O agente mais conhecido e usado é a água.

            Abafamento: Retirada do comburente (Oxigênio)

            Consiste basicamente na redução da taxa de oxigênio a níveis inferiores a 16%. É o método de extinção mais difícil. Naturalmente é utilizado em pequenos incêndios que podem ser abafados com tampas de vasilhas, panos, cobertores e etc.

            São agentes extintores qualquer substância capaz de extinguir o fogo. Os mais utilizados são água, espuma, gás carbônico e pó químico.

            E dentre os equipamentos utilizados, encontram-se: extintores de incêndio que são aparelhos de fácil manejo e adequados para combater pequenos focos de incêndio logo no seu início, quando é mais fácil a extinção.

            São fabricados em cilindros de aço e no seu interior possui substâncias extintoras capazes de extinguir o fogo por abafamento, resfriamento e/ou isolamento.

            Tipos de extintores e sua aplicação

            Atualmente os mais usados são:

 

CLASSES

COMBUSTÍVEIS

ÁGUA

CO2

PÓ QUÍMICO

GÁS

PRESSURIZADO

SECO

PRESSURIZADO

A

Madeira, papel, tecido, papelão, algodão.

Sim ótimo

Sim ótimo

Sim regular

Sim regular

Sim regular

B

Gasolina, óleo, querosene, tintas, graxas e etc.

Não

Não

Sim bom

Sim ótimo

Sim ótimo

C

Equipamentos energizados

não

não

Sim ótimo

Sim bom

Sim bom

 

 

 

Questões

 

1- Quando e onde surgiu a primeira lei cujo objetivo foi à segurança do homem no trabalho?

 

Foi em 1802, na Inglaterra.

 

2- E no Brasil, quando surgiu a preocupação com a segurança no trabalho?

 

Começou a surgir em 1919, quando Rui Barbosa, em sua campanha eleitoral, preconiza leis em função do bem estar social e segurança do trabalhador.

 

3-  Quando foi formalizado essa preocupação?

 

Em 1943 na publicação do Decreto Lei nº 5452, que aprovou a Consolidação das Leis do Trabalho, cujo capítulo V, refere-se à Segurança e Medicina do Trabalho.

 

4- Quais são os objetivos da utilização de cores ?

 

Os objetivos são identificar equipamentos de segurança, delimitar áreas, identificar canalizações de líquidos a gases, advertir para riscos.

 

5-  Qual a diferença de acidente no conceito legal e prevencionista?

 

No conceito legal, o acidente é caracterizado pela lesão. E no prevencionista, o acidente é caracterizado pela perda de tempo, danos materiais ou lesão.

   

 

6- Para que serva a investigação de acidentes?

 

A investigação de acidentes é de uma importância tal que sua integridade, como meio de se evitar acidente, deve ser preservada. As investigações devem procurar fatos, não culpas.

 

7- Quais  são os riscos inerentes ao trabalho ?

 

Corrente elétrica, ácidos, gases e vapores Orgânicos, calor, Ruído e vibração.

 

8- O que é a pressão sonora?

 

Pressão sonora: é uma variação dinâmica na pressão atmosférica que pode ser detectada pelo ouvido humano.

 

9- E qual o aparelho utilizado para medir nível de ruído ?

 

É conhecido na prática por decibelímetro, o nome correto seria Medidor de Nível de pressão Sonora.

 

10-  Quais são os efeitos do calor sobre o organismo ?

 

São a desidratação, cãibras do calor, catarata térmica, intermação e insolação, prostação térmica.

 

11-  Quais são as medidas de controle para evitar os efeitos do calor?

 

Deve-se atuar sobre os fatores que influem nas trocas térmicas:

Insuflação de ar fresco no local de trabalho, maior circulação de ar no local de trabalho, exaustão dos vapores de água, barreiras refletoras e absorventes. Além de medidas de controle pessoal: Exames médicos periódicos, aclimatização, limitação do tempo de exposição.

 

12-  Quais são os dano que a compressão e a descompressão causam?

 

Danos que a compressão pode causar ao organismo : Ruptura do tímpano, irritação nos pulmões, efeitos narcóticos.

Danos que a descompressão pode causar ao organismo: O principal deles é a doença descompressiva, que afeta os mergulhadores que fazem descompressão abrupta.

 

13-  Qual a definição para equipamentos de proteção individual?

 

 (EPI) é todo dispositivo de uso pessoal, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador durante o exercício de suas atividades.

 

14- Como se especifica  um EPI?

 

Sempre que as medidas de proteção coletivas forem tecnicamente inviáveis ou que não ofereçam completa proteção ao empregado quer no aspecto de acidentes e/ou doenças profissionais ou do trabalho.

 

15-  Cite pelo menos um exemplo de EPI a serem utilizados para as partes do corpo a serem protegidas:

 

Proteção para a cabeça: Protetores faciais destinados à proteção dos olhos; capacete de segurança.

Proteção para membros superiores: Luvas e/ou mangas de proteção para: Produtos abrasivos; choque térmico; produtos químicos; frio; agentes biológicos; materiais ou objetos aquecidos.

Proteção para os membros inferiores: Calçados contra riscos de origem: Mecânica; térmica; elétrica.

Proteção contra quedas : Cinto de segurança , cadeira suspensa.

Proteção auditiva: Protetores auriculares

 

16- Quais são os elementos necessários para surgir o fogo?

 

Comburente, combustível e fonte de calor

 

17- Como se processa a reação química ?

 

Processa-se da seguinte maneira:

O comburente (oxigênio) se combina com o combustível através de uma fonte de calor. À medida que a reação se processa, vai produzindo calor. O calor propícia o prosseguimento da reação (queima), isto é uma reação química em cadeia, chamada de combustão:

 

18- O que são agentes extintores? E quais são eles?

 

São agentes extintores qualquer substância capaz de extinguir o fogo. Os mais utilizados são água, espuma, gás carbônico e pó químico.

 

19-  Como os incêndios são classificados?

 

Em 4 classes principais, A, B, C e D.

 

20- Defina a Classe de incêndio A e seu agente extintor principal:

 

São aqueles que ocorrem com materiais que queimam na superfície e internamente deixando como resíduos, cinzas, brasas. Ex: algodão, papel, tecido.

Agente extintor: Água

 

21- Defina a Classe de incêndio B e seu agente extintor principal:

 

São aqueles que ocorrem com líquidos e gases inflamáveis, queimam somente na superfície e não deixam resíduos. Ex: óleo, gasolina, álcool, vernizes, tintas.

Agente extintor: Pó químico

 

22- Defina a classe C e seu principal agente extintor:

 

São os que ocorrem em equipamentos elétricos energizados. Ex: transformadores, quadros de distribuição, fios.

Agente extintor: CO 2

 

23. Dentre os equipamentos utilizados para extinguir o fogo qual o manejo e adequados para combater pequenos focos de incêndio logo no seu início, quando é mais fácil a extinção?

 

Os extintores de incêndio

 

24- De que consiste os extintores?

 

São fabricados em cilindros de aço e no seu interior possui substâncias extintoras capazes de extinguir o fogo por abafamento, resfriamento e/ou isolamento.

 

25-  Cite o que é necessário para evitar condições inseguras:

 

A prevenção de acidentes deve iniciar desde a elaboração de um projeto no que diz respeito a material utilizado, especificação, localização (na área e no pátio), espaço necessário, etc. As instalações devem ser feitas obedecendo ao projeto ou corrigir, nessa ocasião, o que surgir de perigoso.